P R I M E I R A   P Á G I NA
C E N T R A L  D E   N E G Ó C I O S
1 Introdução
2 Central de Negócios, o que é
3 Principais Características
4 Considerações importantes para o seu trabalho
5 Sugestão de roteiro para organizar uma Central de Negócios
6 Documentos necessários
7 Fontes pesquisadas
8

Anexos

. Modelos de Estatuto


   
  Créditos

 



 

 

 

5. S U G E S T Ã O   D E   R O T E I R O   P A R A
    O R G A N I Z A R     U M A   C EN T R A L   D E   
    N E G Ó C I O S


Este roteiro antes de ser uma camisa de forças para o seu trabalho, é um elemento para sua reflexão e tomada de decisões. O SEBRAE já possui uma metodologia própria para implantação de Centrais de Negócios, desenvolvida pelo SEBRAE-NA e que já está disponível para Gerência de Negócios e Comercialização. Esta metodologia é o referencial do SEBRAE para este tipo de demanda e você pode solicitar a sua aplicação sempre que julgar necessário.


FASE DE SENSIBILIZAÇÃO

     
 1 Contato
inicial
A partir de busca direta por informação junto ao Escritório Micro-regional ou por ação do próprio Escritório Micro-regional, o objetivo dessa etapa é identificar pessoas interessadas na organização da CENTRAL DE NEGÓCIOS. Preferencialmente deverão ser grupos de empresas que participaram, ou tenham participado, de projetos setoriais, empreender, APL, Desenvolvimento Local, redes associativas e outros. Nessa etapa é importante dar as pessoas envolvidas o maior número possível de informações sobre o tema, tentando já identificar com o grupo o interesse por avançar no processo. Caso seja positivo o interesse, deixar como tarefa para o grupo mobilizar um número maior de pessoas (considerando que serão necessárias pelo menos 10 pessoas para organizar uma CENTRAL DE NEGÓCIOS), para participar de uma palestra de sensibilização sobre o tema.

 2  Palestra de sensibilização Como o nome sugere o objetivo dessa palestra é o de sensibilizar as pessoas para o tema. Já com o grupo reunido a partir da tarefa da etapa anterior, esse é o momento de aprofundar a discussão sobre CENTRAL DE NEGÓCIOS e o Terceiro Setor , explorando principalmente aspectos relativos à responsabilidade de cada pessoa no processo e o caráter empresarial e transparente da gestão da CENTRAL DE NEGÓCIOS.É fundamental nessa etapa tentar nivelar os anseios das pessoas frente à instituição. O que elas pensam que é uma CENTRAL DE NEGÓCIOS? O que elas esperam conseguir com ela? Estão dispostas a assumir riscos?Caso o grupo concorde em avançar com o trabalho é importante organizar entre o grupo, pessoas que ficarão responsáveis por levantar informações sobre a legalização da CENTRAL DE NEGÓCIOS, outras que se responsabilizem por estudar a viabilidade econômica do negócio e as necessidades de infraestrutura e recursos financeiros para viabiliza-lo.A partir dessa etapa é importante já ter definido que tipo de apoio o Sebrae estará oferecendo. Ficará restrito ao Escritório Micro-regional? Terá um consultor especializado para acompanhar o trabalho? Quem financiará?É pouco provável que o grupo consiga avançar o processo sozinho. Portanto é importante ter definido essas questões para poder seguir com segurança.

 3 Apresentação
dos resultados
da etapa
anterior
Caso o trabalho tenha transcorrido conforme o acordado na fase anterior, o grupo terá levantado informações importantes para decidir se organiza ou não a CENTRAL DE NEGÓCIOS. Terão conseguido informações sobre a documentação e tramitação legal para constituir a CENTRAL DE NEGÓCIOS e, principalmente, feito um estudo da viabilidade econômica do negócio. Cabe ao técnico explorar o grupo sobre as informações levantadas, ajudando-os a identificar as reais possibilidades de constituir e manter com sucesso a CENTRAL DE NEGÓCIOS. Caso as informações colhidas permitam ao grupo decidir por organizar a CENTRAL DE NEGÓCIOS, passa-se a medida prática para fazê-lo.

Caso decidam por não organizar a CENTRAL DE NEGÓCIOS, cabe ao técnico auxiliar o grupo a encontrar novas perspectivas para sua demanda.
   

 

 

 


FASE CONSITUTIVA

 4 Realização de Assembléia de Constituição A Assembléia de Constituição é uma etapa formal do processo de legalização. Nessa assembléia também elege-se a diretoria da CENTRAL DE NEGÓCIOS e aprova-se o seu estatuto. Antes de chegar aqui o grupo já deverá ter discutido o estatuto e definido as pessoas que formarão a diretoria. Após essa etapa encaminhar a documentação para registro.
   

 

 

 


FASE PRE-OPERACIONAL

 5 Definição de localização, aquisição de móveis e equipamentos. Com base no estudo de viabilidade econômica a diretoria eleita passa a tomar as providências necessárias para começar a operação da CENTRAL DE NEGÓCIOS. Nessa etapa o apoio técnico é muito importante para auxiliar a diretoria na tomada de decisões que serão cruciais para o funcionamento bem sucedido da CENTRAL DE NEGÓCIOS.
   

 

 

 


FASE OPERACIONAL

 6 Início das atividades da Central de
Negócios
A partir daqui começam os desafios reais da CENTRAL DE NEGÓCIOS. As fases anteriores, deveram ter servido não apenas como forma de levantar informações para constituir ou não a CENTRAL DE NEGÓCIOS, mas também, como laboratório para as pessoas da sua capacidade de trabalhar juntas em torno de um objetivo comum. A expectativa é a de que esse senso já tenha sido criado até aqui, o que diminuirá as tensões no dia a dia do negócio. Caso não tenha sido ainda desenvolvido o técnico deve estar atento para acompanhar o processo, pois ele provavelmente ainda estará muito frágil.